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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Dinossaudo é Encontrado na Argentina!

fóssil de uma espécie desconhecida de dinossauro, que pode ter sido um dos primeiros a habitar o planeta, há 230 milhões de anos, foi descoberto na Argentina, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (13) pelos Estados Unidos.

Um fóssil de um pequeno dinossauro de duas patas, o Eodromaeus ou "corredor da madrugada", foi encontrado em Ischigualasto, uma formação rochosa muito explorada no noroeste da Argentina, de onde já surgiram preciosas descobertas paleontológicas.

Segundo os cientistas, a descoberta de dois fósseis de dinossauro quase completos, um ao lado do outro, contribui para lançar luz sobre a evolução dos terópodes, incluindo o famoso Tiranossauro Rex.

"Realmente é o olhar mais antigo que temos na longa linha dos consumidores de carne que termina com o Tyrannosaurus rex, perto do fim da era dos dinossauros", disse Paul Sereno, paleontólogo da Universidade de Chicago.

"Quem poderia prever o que a evolução havia planejado para os descendentes desse pequeno e veloz predador?"

Os fósseis de terópodes pequenos são raros. Este mede cerca de dois metros de comprimento e acredita-se que pesava entre 4,5 e 7 quilos.

O Eodromaeus tinha um pescoço comprido e cauda, garras afiadas e dentes caninos capazes de morder.

Contemporâneos
Após a análise de seus membros, os cientistas acreditam ter encontrado diferenças entre o "corredor da madrugada" e seu contemporâneo, o Eoraptor, que agora acredita-se que pertencia a uma linhagem diferente, a dos enormes saurópodes de pescoço longo e quatro patas.

Ambas as espécies foram aproximadamente do mesmo tamanho e corriam em duas patas, sugerindo que os três principais tipos de dinossauros (ornitísquios, sauropodomorfos e terópodes) que viveram durante o período Triássico Superior compartilhavam tipos de corpos similares.

Mas o recém-descoberto Eodromaeus tinha um crânio que parecia com o de outros terópodes, enquanto o herbívoro Eoraptor "tinha características semelhantes aos saurópodes, incluindo narinas dilatadas e uma inserção no primeiro dente inferior", indicou o estudo.

A análise do registro geral de fósseis da região mostra que os dinossauros primitivos "eram mais comuns e diferentes do que se pensava anteriormente", informou o estudo publicado na revista "Science".

G1

sábado, 15 de janeiro de 2011

As 6 Vampiras mais lindas dos últimos tempos


Kristen Stewart (Bella Swan) da "Saga Crepúsculo (2008)"


Dakota Fanning (Jane - clâ Volturi) da "Saga Crepúsculo (2008)"


Ashley Greene (Alice Cullen) da "Saga Crepúsculo (2008)"


Deborah Ann Woll (Jéssica) em "True Blood (2008)"


Rachelle Lefevre (Victória) da "Saga Crepúsculo (2008)"


Selena (Kate Beckinsale) em "Anjos da Noite (2003)"

Americana é viciada em comer papel higiênico

Uma americana de 34 anos tem um estranho vício. A mulher identificada com Kesha tem uma compulsão por comer papel higiênico. Ela chega a devorar a metade de um rolo em um único dia, segundo reportagem da emissora de TV "TLC".

Eu amo papel higiênico", disse Kesha, que adquiriu o vício quando era adolescente, há mais de 20 anos. Ao longo da vida, ela já comeu mais de 5 quilos de papel higiênico. O seu favorito é o de folha dupla, pois é mais fácil de digerir


Fonte: G1- Globo

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Os 10 números que mais saíram na Mega Sena

A loteria do Brasil mais segura e com os mehores prêmios é a Mega Sena, da Caixa Econômica Federal. É ela que dá grandes prêmios quando está acumulada.

Ganhar uma bolada dessa não é uma tarefa fácil, mas para você que é inteligente há sempre uma forma de facilitar as coisas. Um exemplo que pode ajudar é apostar nos números que saem mais vezes nos jogos, e assim, ter uma maior probabilidade de ganhar.

1. Número 41

2. Número 33

3. Número 5

4. Número 42

5. Número 16

6. Número 17

7. Número 4

8. Número 24

9. Número 51

10. Número 23

Fonte: Rei da Loteria

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Prahlad Jani é um dos maiores mistérios da Ciência



Prahlad Jani tem 83 e está sob constante vigilância (24h por dia), há já duas semanas consecutivas. Este Octogenário está a ser um grande desafio para os investigadores que não conseguem perceber como é que o asceta hindu sobrevive sem comer nem beber desde os seus oito anos de idade.
Desde que recebeu a bênção da deusa Amba Mata que diz passar-se de alimento e bebida, vivendo apenas de energia que recolhe do sol. Para os cientistas, a história é incongruente – estima-se que um homem, em geral, pode passar apenas alguns dias sem água (uma dezena no máximo) e, por exemplo, os grevistas de fome raramente conseguem exceder os 40 dias de jejum.

Entretanto, os médicos indianos debruçaram-se sobre o caso de Prahlad Jani, conhecido na Índia como Mataji, sob a égide da Organização de Investigação e de Desenvolvimento do Ministério da Defesa Indiano (DRDO). A equipa de investigação iniciou uma experiência de 15 dias, em que o asceta foi filmado ininterruptamente durante 24 horas. Nesse período, não comeu, não bebeu, nem urinou ou defecou.

30 médicos sem resposta

Entretanto, já 30 médicos o estão a seguir, no hospital de Ahmedabad e nenhuma alteração foi registada ao nível do seu metabolismo. Um dos neurologistas afirmou que Mataji possui uma capacidade de sobrevivência inexplicável ao nível fisiológico.

O DRDO espera mais resultados através de scanners, exames sanguíneos, medição da actividade cerebral e cardíaca – alguns elementos dos quais poderão tirar algumas conclusões, dentro de meses. Os médicos consideram que perceber como é que se pode sobreviver sem alimento e bebida poderá ajudar para a resistência de militares e ajudar vítimas de catástrofes naturais.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Que da Hora - Aprenda o que é Cor


O amarelo existe de verdade ou ele só é assim por causa do seu cérebro?

Por Eduardo Sklarz

Para entender as cores, é preciso antes falar de luz. A luz branca (praticamente a totalidade da luz proveniente do Sol) é composta de radiações de diversos comprimentos de onda. Cada comprimento de onda corresponde a uma cor – ou seja, ao ser captado individualmente por nossos olhos, ele é convertido em impulsos elétricos que fazem o cérebro perceber aquela cor. O vermelho, por exemplo, tem comprimento de onda de 0,7 mícron (0,7 milésimo de 1 milímetro) e o amarelo, de 0,6 mícron. No século 17, o físico inglês Isaac Newton deixou isso claro em um experimento usando um prisma: quando a luz solar atravessava o vidro, cada cor seguia uma direção diferente, pois cada uma delas tem comprimento de onda e velocidade diferentes.

Assim, se você usar um prisma para decompor a luz solar e colocar o olho “na direção” de onde vem o laranja, verá laranja; se colocar os olhos na direção do azul, verá azul, e assim por diante. Mas esse é só o começo da história. Digamos que você saia à rua com uma camisa amarela. Ao ser iluminada pela luz do Sol, ela tem a propriedade de absorver todas as cores, exceto o amarelo. Portanto, de todas as cores que chegam à camisa, a única que é rejeitada – e que prossegue seu caminho entre a camisa e seu olho – é a cor amarela. Por que isso acontece?

“Porque a camisa tem pigmentos. Esses pigmentos não absorvem o amarelo, do mesmo jeito que outros pigmentos rejeitam o vermelho ou o azul”, diz Abá Persiano, professor do Departamento de Física da UFMG. “Por isso, o amarelo proveniente do Sol será rejeitado por sua camisa, que o refletirá em todas as direções, inclusive para os seus olhos – e você verá amarelo.” É como se a fonte do amarelo estivesse na sua camisa, mas na realidade essa fonte está no Sol ou nas lâmpadas que usamos. Se você entrasse em um lugar sem luz alguma, a camisa seria preta.

Do ponto de vista físico, o amarelo existe, sim, pois existe um comprimento de onda (0,6 mícron) que, ao ser capturado por seus olhos, é convertido em impulsos elétricos específicos, que vão ao cérebro e o fazem concluir: “É amarelo”. Mas a camisa amarela, a rigor, não é amarela. Ela tem os chamados pigmentos amarelos, que “não gostam” do amarelo e não o absorvem, refletindoo para os seus olhos.

Da mesma forma que a camisa amarela, um objeto branco iluminado pelo Sol reflete todas as cores. Já um objeto preto, por absorver todas as cores, não reflete nada para os seus olhos – assim como o fundo desta página. O mistério sobre as cores está em descobrir o que levou os seres humanos a desenvolverem células capazes de diferenciar as 3 cores primárias (verde, azul e vermelho, das quais surgem todas as outras cores). Uma das teses dos estudiosos da evolução humana é que esse espectro de cores nasceu por meio de uma mudança de hábitos alimentares da nossa espécie, que, por uma necessidade de ampliar o leque de alimentos, privilegiou a visão em detrimento do olfato.

Fonte: http://super.abril.com.br/revista/240a/materia_especial_261545.shtml?pagina=1

Que da Hora - É possível viajar no tempo?


Pondo de lado a ficção, quais as reais possibilidades de alguém embarcar nessa viagem?

Por Salvador Nogueira

Responder a essa pergunta é moleza. É claro que se pode viajar no tempo – estamos fazendo isso neste momento. Repare que, ao ler esta frase, a leitura do começo do parágrafo já ficou para trás – é passado. Então, ao que tudo indica, estamos eternamente nesta viagem, partindo do passado rumo ao futuro.

A pergunta a ser formulada então é: podemos v iajar no tempo sem atravessar todos os instantes entre um dado momento e outro? Ou, melhor ainda: será que poderemos pegar atalhos no tempo?

Quando Einstein começou a brincar com o tempo e o espaço, em 1905, ele descobriu que eles não são iguais para todo mundo. Cada um tem o próprio tempo e o próprio espaço, configurado pelas distorções gravitacionais locais e pela velocidade do referencial. Ele descobriu que, quanto mais rápido você viaja, mais devagar o tempo passa pa ra você – ou, se preferi r, mais depressa o tempo passa para todo o resto.

Tá aí o primeiro ata lho pelo tempo. Para acelerar em direção ao futuro, basta andar em altíssima velocidade. Vamos supor que você viaje rumo a Plutão numa espaçonave que voe a 80% da velocidade da luz. Esse planeta anão fica mais ou menos a 5 horasluz da Terra (o que quer dizer que a luz leva 5 horas para fazer o trajeto). À velocidade estipulada, para o controle da missão, aqui na Terra, a viagem seria concluída 6 horas e 15 minutos depois da partida. Entretanto, para você, a bordo da nave, teriam se passado apenas 3 horas e 45 minutos.

O fenômeno se repetiria na volta, e, ao desembarcar, você teria envelhecido apenas 7 horas e 30 minutos, enquanto todo mundo por aqui teria vivido 12 horas e 30 minutos. Na prática, você teria avançado 5 horas em direção ao futuro. Moral da história: para viajar ao futuro, basta correr muito.

E quanto a viagens ao passado? Poderia alguém correr tanto a ponto de retornar antes mesmo de ter partido? Hummm, a perg unta é capciosa. Em princípio, não, porque para viajar rumo ao passado seria preciso ultrapassar a velocidade da luz. E uma das conclusões da Teoria da Relatividade (a mesma que propicia essas distorções todas e permite a viagem ao futuro) é a de que nada pode viajar mais rápido que a luz. Na verdade, nada pode viajar sequer à mesma velocidade que a luz – exceto a própria luz, é claro.

Isso ocorre porque, conforme você vai acelerando, sua massa aumenta, e é preciso mais energia pa ra continuar acelerando. Ao atingir a velocidade da luz, sua massa tenderia ao infinito, e você prec isaria de energia infinita para ultrapassar a bar reira. Aliás, a luz só consegue viajar a essa velocidade porque as partículas de que ela é composta, os fótons, não possuem massa, então não precisa m se preocupar com sua massa tendendo ao infinito.

Esse seria o ponto final, não fosse uma das outras possibilidades malucas criadas pela Teor ia da Relativ idade. Segundo as equações, sob certas condições (que podem nem ser possíveis), é possível criar “túneis” que serviriam de atalho entre regiões diferentes do espaço, espécies de portais que ligam regiões distantes no Universo.

Com base na hipótese de que poderemos um dia construir um túnel desses, o físico americano Kip Thorne, especialista nesses túneis (conhecidos como “buracos de minhoca”), imaginou ao menos uma hipótese de viagem ao passado. Para isso, seria preciso primeiro construir um desses atalhos ligando um local em terra a uma nave espacial.

Nesse caso, se a nave viajasse até Plutão e o astronauta exausto saísse pelo buraco de minhoca de volta à Terra, ele poderia constatar que sua nave, de fato, ainda não havia partido. Mas o que ocor reria nesse caso?

Em teoria, tudo isso é possível. Mas mesmo os físicos não acreditam muito nessas histórias. A razão? Ao voltar no tempo, quem será que o astronauta encontraria dentro da nave espacial que a família estava espera ndo. Esse é um dos famosos paradoxos temporais que aterrorizam os cientistas. Por isso eles preferem acreditar que algo na natureza “proíbe” as viagens ao passado – um “princípio de proteção cronológica”, como diz o físico britânico Stephen Hawking.

O que os pesquisadores não sabem é que mecanismo seria esse – ou mesmo se ele existe. No momento, o jogo da viagem ao passado está completamente aberto.

Fonte: http://super.abril.com.br/revista/240a/materia_especial_261515.shtml?pagina=1

Que da Hora - Aprenda sobre o Cérebro


Por que os neurologistas ainda sabem tão pouco sobre o poder do mais misterioso órgão do corpo humano?

Por Rafael Kenski

Até 3 décadas atrás, tudo o que podíamos fazer para estudar o cérebro era observar os sintomas de pessoas com lesões ou dissecar cadáveres. Agora, além de poder analisar como os genes dão origem às moléculas da nossa cabeça, os cientistas conseguem até ver ao vivo que áreas do órgão são acionadas de acordo com um tipo de atividade.

Não é à toa que, a cada mês, surge uma nova pesquisa sobre o cérebro. A maioria delas acompanhada da promessa da cura de doenças como Parkinson, Alzheimer, esquizofrenia e depressão. Logo após anunciadas, contudo, elas revelam o quão o cérebro continua misterioso: qualquer descoberta, por menor que seja, traz uma imagem tão inovadora do seu funcionamento que ameaça varrer várias teorias estabelecidas sobre ele.

Apesar disso, os neurologistas já têm pistas de seus mecanismos básicos. Eles sabem, por exemplo, que o cérebro funciona por inteiro como uma espécie de sistema integrado. Ao entrar em atividade, contudo, cada uma de suas partes consome mais (ou menos) oxigênio de acordo com sua missão. Assim, a amígdala é mais ativada na hora de lidar com emocões, assim como as áreas de Broca e Wernicke se agitam quando associadas ao uso da linguagem. Apesar de termos mapeado essas diversas funções, sabemos pouco sobre como elas interagem.

O problema é de escala: como cada ponto visualizado em uma imagem de ressonância magnética funcional – a tecnologia mais usada para ver o cérebro – representa um cubo com 3 milímetros de lado, os neurocientistas não têm a menor pista de como essas áreas se comunicam. É bem possível que, se conseguirmos estudar o órgão mais a fundo, perceberemos que suas áreas isoladas não passam de partes de um sistema único.

Uma das formas de decifrar essa comunicação é estudando os neurônios em laboratório. Os cientistas já sabem que essas células disparam potenciais de ação, pulsos elétricos gerados quando a membrana libera ou absor ve átomos carregados magneticamente. Acredita-se que esses disparos sejam a principal forma de comunicação entre eles nas sinapses, os pontos onde as terminações de dois neurônios se encontram, e que seriam estimulados ou inibidos por algumas substâncias químicas, os neurotransmissores. Mas essa pode ser apenas uma das formas de comunicação. Já se sabe que, em alguns casos, os neurônios estão separados uns dos outros por apenas um furo. Em março deste ano, cientistas da Universidade de Copenhague, Dinamarca, propuseram um modelo em que a principal forma de comunicação entre essas células seriam ondas sonoras – e não a eletricidade.

Para piorar, nenhum desses circuitos é fixo. O que sabemos hoje é que o cérebro é bastante maleável. Ele não só produz novos neurônios a vida inteira (apesar de ninguém saber muito bem que uso eles têm), como modifica constantemente as ligações entre eles. Os circuitos que usamos para cada tarefa mudam com o tempo e com as atividades que desenvolvemos ao longo da vida.

Ninguém sabe também qual o destino final da interação entre as várias partes do cérebro. Pegue o processamento da visão, por exemplo, uma tarefa tão difícil que envolve cerca de metade do córtex, a maior e mais externa par te do cérebro. Sabemos que o olho codifica a luz em pulsos que chegam a uma estrutura no centro do cérebro chamada tálamo. Daí ela vai para o córtex, a princípio em uma área acima da nuca chamada v1 (de “visual 1”), depois se espalhando para as áreas mais frontais v2, v3, v4, v5 e, então... ninguém sabe. Como o cérebro usa esse processamento para dar origem à percepção ainda está além do nosso conhecimento.

O fato é que não temos um retrato fiel de como o cérebro processa essas informações. E talvez, no dia em que tivermos uma teoria como essa, teremos que reavaliar, mais uma vez, toda a sua estrutura de funcionamento.

Fonte: http://super.abril.com.br/revista/240a/materia_especial_261502.shtml?pagina=1

Que da Hora- Dinossauro com Sangue quente?


Os dinossauros tinham sangue quente?
Eles tinham sangue quente, frio ou os dois? A resposta pode ajudar a resovler um enigma evolutido de milhoões de anos

Por Rafael Kenski

Em 1842, quando o anatomista inglês Richard Owen estudou ossos fossilizados de 3 espécies de mais de 65 milhões de anos, concluiu que eles formavam um grupo à parte. Por possuírem traços anatômicos mais semelhantes aos dos répteis – como o formato das mandíbulas – Owen batizou-os de “dinossauros”, termo em latim para “terríveis répteis”.

Na falta de detalhes sobre a espécie, os cientistas os trataram por mais de um século como lagartos: animais que colocavam ovos, eram cobertos de escamas e não produziam calor por conta própria, mas o retiravam do ambiente. Eram, portanto, pecilotermos, ou seja: tinham “sangue frio”.

Mas até mesmo Owen percebera que os dinos não eram exatamente répteis. E, desde a década de 1960, cientistas discutem se eles tinham ou não sangue quente. Hoje, quando conhecemos 527 gêneros de dinos, ainda há polêmica sobre a fisiologia desses bichos. Animais de sangue frio costumam ter um metabolismo lento e inconstante. Por dependerem do calor do sol, precisam ficar parados até se aquecerem. Eles não são capazes de manter uma atividade física constante e acelerada. Podem até ser ágeis, mas por pouco tempo.

Já os animais de sangue quente, ou homeotermos, como os mamíferos e as aves, produzem calor com as próprias células, preservam-no com pêlos e penas e, assim, conseguem manter sempre a mesma temperatura no corpo. Eles precisam ingerir bem mais comida para produzir esse calor, um preço aceitável para ter as células sempre na temperatura ideal e poder fazer atividades físicas sempre que necessário.

Ao que parece, o estilo de vida dos dinos está mais próximo do segundo grupo. Em primeiro lugar, eles tinham postura ereta como pássaros ou elefantes – e não rastejante como os lagartos. Se fossem de sangue frio, talvez não conseguissem sequer levantar todo o peso pela manhã – manter-se de pé é um esforço contínuo típico de mamíferos e aves.

Além disso, alguns fósseis foram encontrados em regiões polares, onde a temperatura seria baixa demais para que um animal de sangue frio retirasse calor do ambiente. Essas evidências foram reforçadas com o estudo da taxa de cresci mento desses animais – o tiranossauro, por exemplo, atingia o mesmo tamanho de um elefante, no mesmo tempo, um desenvolvimento nunca visto em animais de sangue frio – e com a análise de partes moles preservadas dentro dos ossos de dinossauros, semelhantes às de mamíferos e aves.

A principal defesa do argumento acima veio de Liaoning, província da China onde
foram encontrados, na última década, fósseis de dinossauros com penas. Como os cientistas acreditam que as penas servem para preservar o calor, essa seria uma prova de que eles tinham sangue quente. Agora eles acreditam que esse grupo de dinos – os terópodos, bípedes e carnívoros, como o tiranossauro – sejam os ancestrais das aves, com um metabolismo semelhante ao dos modernos pássaros.

Mais complicado é imaginar como seria a fisiologia dos saurópodos, dinossauros quadrúpedes, herbívoros e de pescoço longo que chegavam a pesar mais de 80 toneladas. Se tivessem o mesmo metabolismo dos mamíferos, eles não conseguiriam ingerir as calorias necessárias para sobreviver mesmo que passassem o dia comendo.

Ao que parece, o metabolismo dos dinossauros está em um ponto entre os mamíferos, as aves e os répteis. “Muitos pesquisadores têm falado da existência de uma fisionomia tipicamente dinossauriana, próxima da homeotermia, mas não exatamente igual a ela”, diz Reinaldo Bertini, paleontólogo da Unesp, em Rio Claro, São Paulo. Ou seja: eles teriam um metabolismo acelerado como o de aves e mamíferos, mas conseguiriam alterná-lo com algumas características típicas de répteis. •

Fonte: http://super.abril.com.br/revista/240a/materia_especial_261603.shtml?pagina=1

Que da Hora - O que existia antes do Big-Bang?


A teoria do Big Bang tem sido aceita nos últimos 30 anos. Mas o que existia antes da grande explosão?

Por Tiago Cordeiro

Assim que tudo começou, as coisas aconteceram muito rápido. Antes que a criação tivesse 1 segundo, surgiu a gravidade, o Universo se expandiu de uma forma inacreditavelmente rápida e surgiram as sementes que depois dariam origem às galáxias. A partir de 1 segundo da criação, e pelos 300 mil anos seguintes, os fótons dominam o espaço. Depois, começam a surgir os átomos de hélio e hidrogênio.

Elementos que formam os seres humanos, como o carbono e o oxigênio, só surgiram muito tempo depois, sintetizados no interior de estrelas moribundas. E ssim a Teoria do Big-Bang consegue explicar, com um grau de confiabilidade razoável, a infância remota do Universo. Mas antes do marco zero, o que existia quando o Universo ainda não tinha sequer omeçado?

“A resposta mais honesta é: não sabemos”, diz o físico João Steiner, professor da USP. “O big-bang deu origem a tudo, inclusive ao espaço e ao tempo. Quer dizer, antes disso existia algo que só podemos chamar de nada.” Esqueça, então, aquelas imagens que de vez em quando você vê em filmes, em que um vasto espaço escuro é preenchido por uma explosão. Não havia matéria, não havia espaço, não havia tempo, não havia nada.

A Teoria da Relatividade prevê que, nesse instante zero, a densidade teria sido infinita. Para entender essa situação, seria preciso unificar a relatividade e a mecânica quântica, coisa que ninguém ainda conseguiu fazer.

Algumas teorias não consideram que, antes do Universo, o que havia era o nada. Para o cosmologista americano Alan Guth, o Universo pré-Universo era um ambiente em que partículas de cargas opostas se anulavam o tempo todo, até que um dia uma delas desequilibrou o sistema e soltou a faísca que iniciou a cadeia de produção de tudo o que conhecemos.

Em 1969, o físico americano Charles Misner sugeriu a tese da criação a partir da desordem. Antes do nosso Universo isotrópico, em que a geometria é a mesma em todas as direções, haveria um outro mundo de caos. Uma terceira tese, defendida por muitos cientistas, é a de que o Universo é cíclico. Ele começa com um big-bang, cresce, atinge o auge, começa a diminuir, desaparece num big crunch e começa tudo de novo. Acontece que, des de 1998, sabemos que o Universo permanece se expandindo sem parar, o que comprometeria a base
dessa teoria.

Há quem diga que nosso Universo não é único. Alan Guth tem uma sugestão curiosa: logo depois do primeiro big-bang, o Universo seria composto de uma espécie de falso vácuo, cheio de bolhas recheadas de quintilhões de prótons e elétrons. Cada uma delas teria sofrido um big-bang e dado início ao respectivo Universo.

Existiria um Universo primordial, que daria origem a universos-filhos. Mas como foi que o primeiro deles surgiu? Não sabemos. “Essa hipótese apenas explica o nosso próprio Universo e joga para debaixo do tapete o que existia antes do marco zero”, diz o professor Steiner. “A verdade é que, atualmente, o big-bang é o limite seguro da ciência. Qualquer tentativa de avançar além disso é especulação.”

Fonte:http://super.abril.com.br/revista/240a/materia_especial_261556.shtml?pagina=1

sábado, 25 de dezembro de 2010

Que da Hora - Atlântida


- Existem muitas teorias sobre a verdadeira localização de Atlântida. É conhecida lenda de Atlântida escrita por Platão, que escreveu sobre a bela, tecnologicamente avançada ilha-continente, em 370 a.C, mas a descrição que o filósofo fez de sua localização foi limitada e vaga. Muitos, é claro, concluíram que Atlântida nunca existiu. Aqueles que ainda acreditam na sua existência têm procurado por evidências ou ao menos pistas em praticamente todo canto do mundo. As famosas profecias de Edgar Cayce dizem que remanescentes de Atlântida seriam encontrados perto de Bermuda, e em 1969 formações geométricas de pedras foram encontradas próximas a Bimini. Outros locais propostos para a localização de Atlântida incluem: Antártida, México, ao largo da costa da Inglaterra, possivelmente até ao largo da costa de Cuba. São muitas as controversias da localização.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=73483.0

Que da Hora - Cabelos de Anjo


- ‘Cabelo de Anjo’ é uma substância de origem desconhecida que cai do céu e desaparece ao menor contato físico. Seu nome vem de sua semelhança com fios de cabelos bem finos, ou teias de aranha. A ocorrência da queda de Cabelos de Anjo foi observada em vários lugares do planeta, especialmente nos Estados Unidos, Europa Ocidental, Austrália e Nova Zelândia. Muitos acreditam que a substância é deixada por discos voadores já que relatos aparição de OVNIS é comum quando os Cabelos de Anjo são encontrados.
- Na década de 90 a cidade Alessandria na Itália amanheceu coberta pelos filamentos misteriosos, casas, carros e ruas todas cobertas. Cientistas analisaram amostras e concluíram que o material era sintético, descartando, portanto, a teoria de ser teia de aranha.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=73483.0

Que da Hora - Templo de Saqqara


- Imagens de um templo egípcio mostram sacerdotes fazendo oferendas a um ser estranho, muito semelhante a um extra-terrestre. E ampliando a imagem percebemos que ela contrasta com os desenhos típicos da arte egípcia, com olhos avantajados e negros, corpo esguio, pequeno e incolor. Descrição semelhante a extraterrestres do tipo Grey.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=73483.0

Que da Hora - A Ilha de Páscoa


Exploradores quando chegaram não tomaram o cuidado em preservar nada e assim contribuiram para a deterioração da ilha e de seus habitantes. Muitos ainda são os mistérios que permanecem na ilha que não possuem explicação. Como as famosas esculturas de humanóides que lá se encontram.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=73483.0

Que da Hora - As Linhas de Nazca


- Desenhadas na planície do deserto de Nazca, no Peru, estão gigantescas figuras difíceis de ver ou perceber do chão. Nada se sabe sobre quem as criou, nem por que e como. Os desenhos, que podem chegar até 270 metros de comprimento, representam figuras detalhadas, geralmente animais ou plantas, ou padrões geométricos e se tornaram sensação quando foram sobrevoadas de avião pela primeira vez na década de 1930. Alguns escritores, como o suíço Erich von Däniken, afirmam que os desenhos não poderiam ser criados com a tecnologia da época e que são provas do contato de seres extra-terrestres com os povos da região.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=73483.0

Que da Hora - De quem são os tesouros do mar?


“DE QUEM SÃO OS TESOUROS DO MAR?

Legalidade. A Arqueonautas, que se legalizou em Portugal quando a lei
proporcionava a caça ao tesouro, transferiu-se para paragens
africanas, quando a legislação mudou durante o Governo de Guterres.
Mas aqui estão as raízes, membros associados e a sede da empresa
gerida por um conde alemão
Caça-tesouros em Portugal são legais em África

O que é um caçador de tesouros? Até uma criança sabe. Basta-lhe ler uns quantos livros de banda desenhada e ver alguns filmes. A realidade não é assim tão diferente do imaginário infantil. Os caçadores de tesouros existem e andam em busca de preciosidades que jazem esquecidas no fundo do mar.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEja0xYzAUUHtjjV1UBOZUkPWvsPkHdzyGnXPJFylUXt2-xaA1hv7JyN2JlY8VpZuXBDz5VtPtXkHMloEitFApI56YLnaSik7qZcvvMu-rxh26cm9y0W2CMjZ-c5Vd9z8LVnsUJCai8w_RI/s1600/naufragio.jpg